Instituto de Longevidade MAG amplia debate sobre potência sênior, trabalho, renda e participação social
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O Instituto esteve presente no evento em painéis e no showroom de iniciativas do ecossistema de inovação social em longevidade. “A longevidade precisa ser compreendida como uma transformação social que envolve toda a sociedade. Ao reunir discussões sobre potência sênior, proteção financeira, inclusão produtiva e inovação social, a participação também contribui para ampliar o olhar sobre a longevidade e sobre os diferentes papéis que as pessoas mais velhas ocupam na sociedade.
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- Veículo
- Insurtalks (insurtalks.com.br)
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- Não identificado
- Publicação
- 30/09/2026 07:27
- URL original
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- Local
- São Paulo (SP)
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- 30/09/2026 09:58 · última verificação 02/10/2026 15:33
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- google_news: "8º Fórum & Festival Longevidade"
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- nome do evento no subtítulo/descrição; cita 8ª edição, datas 24–26/set
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Instituto de Longevidade MAG amplia debate sobre potência sênior, trabalho, renda e participação social
O protagonismo das pessoas mais velhas e a necessidade de construir uma sociedade preparada para reconhecer sua autonomia, experiência e capacidade de contribuição estiveram entre os temas levados pelo Instituto de Longevidade MAG ao 8º Fórum & Festival Longevidade 2026, realizado entre os dias 24 e 26 de setembro, em São Paulo. O Instituto esteve presente no evento em painéis e no showroom de iniciativas do ecossistema de inovação social em longevidade.
A participação começou no dia 24, com Antônio Leitão, especialista em longevidade, no painel “Investir na fragilidade ou na potência sênior?”, no Palco RD Saúde. A discussão propôs ampliar o olhar sobre o envelhecimento para além das demandas relacionadas à saúde e aos cuidados, incorporando aspectos como autonomia, renda, trabalho e participação social.
Durante o painel, Leitão destacou que o aumento da longevidade exige uma mudança de perspectiva sobre o papel das pessoas mais velhas na sociedade. Em vez de serem vistas apenas como um público que demanda proteção e cuidados, elas também devem ser reconhecidas como consumidoras, profissionais, integrantes de famílias e cidadãs capazes de continuar contribuindo social e economicamente.
“Falar de longevidade é olhar para a pessoa mais velha em sua integralidade. Ela não é apenas alguém que pode precisar de cuidados ou proteção diante de um risco, mas também uma consumidora, uma profissional, uma integrante da família e uma cidadã com capacidade de contribuir para a sociedade. A proteção financeira e a educação para a longevidade precisam acompanhar essa perspectiva mais ampla”, afirma Antônio Leitão.
Nesse contexto, proteção financeira e inclusão produtiva também estiveram entre os temas discutidos. O aumento da expectativa de vida traz novos desafios para o planejamento das diferentes etapas da vida e, ao mesmo tempo, reforça a importância de criar ambientes profissionais e oportunidades capazes de reconhecer a experiência e as competências acumuladas ao longo dos anos.
O debate abordou ainda a necessidade de combater estereótipos relacionados à idade e de incluir as próprias pessoas mais velhas na construção de produtos, serviços e políticas voltados à longevidade. Para o Instituto, preparar a sociedade para viver mais passa por reconhecer a diversidade das trajetórias de envelhecimento e incorporar esse público às discussões e decisões que impactam seu presente e seu futuro.
O protagonismo das pessoas longevas também esteve no centro da participação de Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade MAG, no painel “Longevos que transformam o mundo”, realizado no dia 25. A conversa reuniu diferentes experiências para discutir como pessoas mais velhas podem continuar produzindo, criando, empreendendo e contribuindo para a sociedade.
Para Nilton Molina, ampliar essa discussão é fundamental diante das transformações demográficas e sociais em curso.
“A longevidade precisa ser compreendida como uma transformação social que envolve toda a sociedade. O desafio é construir ambientes, oportunidades e soluções que permitam às pessoas viver mais e melhor, com autonomia, participação e dignidade. Esse debate exige a colaboração entre instituições, empresas, governos e a própria população”, afirma.
Além dos debates, o Instituto participou do showroom de iniciativas identificadas pelo Mapeamento do Ecossistema de Inovação Social em Longevidade, ampliando a discussão para soluções que já estão sendo desenvolvidas diante dos desafios e das oportunidades associados ao envelhecimento da população. O espaço reuniu projetos e organizações que atuam nesse campo e promoveu a troca de experiências com o público do evento.
A participação no Fórum & Festival Longevidade reforça a atuação do Instituto de Longevidade MAG na promoção de conhecimento, debates e iniciativas voltadas à construção de uma sociedade mais preparada para viver mais. Ao reunir discussões sobre potência sênior, proteção financeira, inclusão produtiva e inovação social, a participação também contribui para ampliar o olhar sobre a longevidade e sobre os diferentes papéis que as pessoas mais velhas ocupam na sociedade.
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