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E se a vida tivesse mais capítulos? Luiz Paulo Foggetti discute o futuro de uma sociedade que pode chegar aos 120 anos

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Luiz Paulo Foggetti discute o futuro de uma sociedade que pode chegar aos 120 anos O empresário e empreendedor Luiz Paulo Foggetti amplia o debate sobre um dos temas que deverão ganhar cada vez mais relevância nas próximas décadas: a longevidade. A partir de estudos, experiências profissionais e conversas com especialistas, Foggetti desenvolve uma reflexão sobre como a sociedade poderá se preparar para um futuro em que viver 100 anos ou até chegar aos 120 anos poderá ser uma possibilidade cada vez mais presente.

Gerado a partir do texto coletado, sem informações externas.

Veículo
Terra (terra.com.br)
Autor
Daniel
Publicação
11/08/2026 17:56
URL original
https://www.terra.com.br/noticias/e-se-a-vida-tivesse-mais-capitulos-luiz-paulo-foggetti-discute-o-futuro-de-uma-sociedade-que-pode-chegar-aos-120-anos,1f160e40fc8b515352a8085a62315876g1nug84z.html
Coletada em
28/09/2026 11:40 · última verificação 28/09/2026 11:40
Origem
google_news: "Fórum da Longevidade" "Walter Feldman"
Extração
ok · confiança 100%
Classificação
nome genérico + confirmação da 8ª edição; Walter Feldman

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E se a vida tivesse mais capítulos? Luiz Paulo Foggetti discute o futuro de uma sociedade que pode chegar aos 120 anos

O empresário e empreendedor Luiz Paulo Foggetti amplia o debate sobre um dos temas que deverão ganhar cada vez mais relevância nas próximas décadas: a longevidade. A partir de estudos, experiências profissionais e conversas com especialistas, Foggetti desenvolve uma reflexão sobre como a sociedade poderá se preparar para um futuro em que viver 100 anos […]

O empresário e empreendedor Luiz Paulo Foggetti amplia o debate sobre um dos temas que deverão ganhar cada vez mais relevância nas próximas décadas: a longevidade. A partir de estudos, experiências profissionais e conversas com especialistas, Foggetti desenvolve uma reflexão sobre como a sociedade poderá se preparar para um futuro em que viver 100 anos ou até chegar aos 120 anos poderá ser uma possibilidade cada vez mais presente.

A discussão ganhou forma em seu primeiro livro, Homo Longevus: O Guia do Longo Prazo para o Século 22, mas a proposta de Luiz Paulo Foggetti vai além da publicação. O que está em debate é uma possível transformação na maneira como a humanidade organiza a própria existência diante de uma expectativa de vida cada vez maior.

Para Foggetti, uma vida mais longa não significa simplesmente acrescentar anos à velhice. A longevidade poderá representar uma mudança profunda na relação das pessoas com o tempo, com o trabalho, com os relacionamentos, com o dinheiro e com a própria ideia de propósito.

A possibilidade de uma pessoa chegar aos 120 anos funciona como uma das principais provocações apresentadas por Luiz Paulo Foggetti. O número não é tratado como uma previsão de que todos alcançarão essa idade, mas como uma hipótese capaz de revelar os desafios de uma sociedade muito mais longeva. Se uma pessoa puder viver por mais de um século com autonomia e participação ativa, estruturas criadas para uma expectativa de vida menor precisarão ser repensadas.

A aposentadoria poderá mudar. As carreiras poderão mudar. Os relacionamentos poderão mudar. O consumo poderá mudar. E até a maneira como cada indivíduo planeja a própria vida poderá ser diferente.

É justamente esse futuro que Luiz Paulo Foggetti procura colocar em discussão.

A principal provocação apresentada pelo empresário está na diferença entre viver mais e viver melhor. O avanço da medicina, da ciência e da tecnologia pode contribuir para ampliar a expectativa de vida, mas isso não significa automaticamente que as pessoas estarão preparadas para lidar com décadas adicionais.

Uma existência mais longa poderá exigir novos modelos de educação, trabalho, previdência, planejamento financeiro e organização familiar. Na visão apresentada por Luiz Paulo Foggetti, o envelhecimento não deve ser encarado simplesmente como uma etapa final da vida. Uma pessoa poderá passar por diferentes ciclos ao longo de uma existência de 100 ou 120 anos, podendo estudar novamente, mudar de profissão, empreender, iniciar novos relacionamentos, desenvolver novos projetos e encontrar novos propósitos em diferentes momentos.

Entre os temas que ganham destaque na reflexão de Luiz Paulo Foggetti está o impacto da longevidade sobre o mercado de trabalho. Durante décadas, a sociedade se acostumou com um modelo relativamente previsível, baseado em formação profissional, carreira e aposentadoria. Uma vida muito mais longa poderá romper essa lógica.

Um profissional poderá ter várias carreiras ao longo da existência. Poderá voltar à universidade aos 50 anos, empreender aos 60 ou iniciar uma nova atividade aos 70. Nesse cenário, a experiência acumulada poderá ganhar ainda mais valor. Empresas também precisarão aprender a trabalhar com equipes formadas por profissionais de diferentes gerações, enquanto trabalhadores terão de desenvolver uma capacidade cada vez maior de atualização e reinvenção.

Para Luiz Paulo Foggetti, a longevidade deverá transformar a própria relação entre idade, produtividade e carreira.

A discussão também alcança o mundo dos negócios. Uma população mais longeva significa consumidores permanecendo ativos por mais tempo e, consequentemente, novas oportunidades para empresas. A chamada economia prateada deverá ganhar espaço em segmentos como saúde, turismo, educação, tecnologia, alimentação, moradia, serviços financeiros e entretenimento.

Mas a transformação não estará apenas na criação de produtos destinados às pessoas mais velhas. O próprio conceito de idade poderá mudar. Consumidores de 60, 70 ou 80 anos poderão apresentar comportamentos muito diferentes daqueles historicamente associados à velhice.

Para Luiz Paulo Foggetti, compreender essa mudança será fundamental para empresas que pretendem atuar no longo prazo e acompanhar uma sociedade em transformação.

Se a vida ficar mais longa, as relações humanas também poderão passar por mudanças. Uma pessoa que viva até os 100 ou 120 anos poderá experimentar diferentes fases profissionais, familiares e afetivas. Famílias poderão ter quatro ou cinco gerações convivendo simultaneamente, enquanto relacionamentos, modelos de convivência e responsabilidades familiares poderão adquirir novas configurações.

Questões como solidão, afetividade, espiritualidade e propósito também poderão assumir uma importância ainda maior. É nesse ponto que Luiz Paulo Foggetti amplia a discussão para além da economia e da medicina. Uma sociedade longeva será, antes de tudo, uma sociedade com uma nova relação com o tempo.

A reflexão desenvolvida por Foggetti conta ainda com contribuições de especialistas de diferentes áreas, entre eles o médico Walter Feldman, presidente do Fórum da Longevidade; o geriatra João Toniolo Neto; o especialista em varejo e estratégia Marcos Gouvêa de Souza; e o médico e empreendedor Caio Auriemo.

A participação de profissionais com diferentes formações reforça o caráter multidisciplinar da discussão proposta por Luiz Paulo Foggetti. A longevidade não é apresentada como um assunto exclusivamente médico, mas como uma transformação que envolve economia, comportamento, trabalho, tecnologia, relações familiares, planejamento e escolhas individuais.

Embora a discussão sobre viver até 120 anos pareça estar relacionada principalmente ao futuro, Luiz Paulo Foggetti propõe uma reflexão que precisa começar no presente. Uma pessoa que hoje tem 30 ou 40 anos poderá viver em uma sociedade muito diferente daquela em que seus pais e avós foram criados.

Isso significa que decisões tomadas atualmente sobre carreira, educação, saúde, patrimônio e relacionamentos poderão precisar considerar um horizonte muito mais longo. A longevidade pode fazer com que o planejamento deixe de ser pensado apenas para os próximos cinco ou dez anos e passe a considerar várias décadas.

Existe ainda uma dimensão mais humana na reflexão de Luiz Paulo Foggetti. O que uma pessoa fará com 20, 30 ou 40 anos adicionais de vida? Como encontrar propósito quando o tempo disponível aumenta? Como lidar com mudanças, perdas, recomeços e novas oportunidades? Como evitar que uma vida muito longa seja acompanhada apenas pela sensação de repetição ou falta de sentido?

Essas perguntas ajudam a explicar por que a discussão proposta por Foggetti ultrapassa a ideia de simplesmente viver mais. A questão central passa a ser o que fazer com o tempo que poderá ser conquistado.

O conceito apresentado por Luiz Paulo Foggetti olha para um horizonte que ainda parece distante, mas que começa a ser construído pelas transformações do presente. Avanços científicos, novas tecnologias, mudanças demográficas e aumento da expectativa de vida já estão alterando a relação da sociedade com o envelhecimento.

O desafio agora é compreender as consequências dessas mudanças.

Para Luiz Paulo Foggetti, a longevidade deverá ser encarada como uma transformação estrutural, capaz de modificar não apenas quanto tempo as pessoas vivem, mas também como elas vivem durante esse tempo.

Ao colocar a possibilidade dos 120 anos no centro de sua reflexão, Luiz Paulo Foggetti propõe uma mudança de perspectiva. O futuro não deve ser pensado apenas como uma época distante. Ele começa nas escolhas feitas hoje.

Preparar-se para uma vida mais longa significa repensar carreira, educação, saúde, dinheiro, relações, família e propósito. É essa discussão que Luiz Paulo Foggetti leva ao público por meio de Homo Longevus e de suas reflexões sobre o futuro da humanidade.

Mais do que tentar prever quando o ser humano chegará aos 120 anos, a proposta de Luiz Paulo Foggetti é provocar uma pergunta que pode se tornar cada vez mais urgente: se tivermos mais tempo de vida, estaremos preparados para fazer algo realmente significativo com ele?

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